
O fogo com o qual te olho
Consome-me placidamente
Salta das pupilas a faísca
Que queima quando te toca
O fogo que se apossa de mim
Quando vejo teu sorriso
Tem nuances de desespero
Devaneios de solidão
O fogo que arde em mim
Que por vezes chamo tesão
Faz com que a pele arrepie,
Que o coração acelere
Que a boca seque
E que a alma saia do corpo
E fique a dançar no seu mundo
Inconseqüente e livre
O fogo que não se apaga
E se propaga sem limite
Não sufoca, não destrói
Não intimida e nem dilacera
O fogo do que sinto
É como a chama, que encanta
Que inflama, que leva pra cama
E me faz companhia...
Consome-me placidamente
Salta das pupilas a faísca
Que queima quando te toca
O fogo que se apossa de mim
Quando vejo teu sorriso
Tem nuances de desespero
Devaneios de solidão
O fogo que arde em mim
Que por vezes chamo tesão
Faz com que a pele arrepie,
Que o coração acelere
Que a boca seque
E que a alma saia do corpo
E fique a dançar no seu mundo
Inconseqüente e livre
O fogo que não se apaga
E se propaga sem limite
Não sufoca, não destrói
Não intimida e nem dilacera
O fogo do que sinto
É como a chama, que encanta
Que inflama, que leva pra cama
E me faz companhia...
By Inez - 17/06/2006
Um comentário:
Antes de ler fiquei alguns minutos olhando a imagem hipnotizante do fogo. Isso fez com que as palavras tivessem ainda mais sentido.
Que a chama esteja sempre acesa...
bjs,
Luly.
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