
Minhas palavras voltaram. Jorram como jatos incontroláveis na forma de pensamentos.
Meus dedos mergulham sôfregos por sobre o teclado como quem procura forma, contexto.
Meus dedos mergulham sôfregos por sobre o teclado como quem procura forma, contexto.
Minhas palavras buscam a liberdade das idéias, o sorver dos sentimentos, o incansável olho atento do leitor.
Deixo que venham irregulares, pontiagudas e quentes. Deixo que escorram de mim, que me rasguem a emoção. Deixo que matem a saudade de bailar sobre a tela em branco.
Minhas palavras doem, remexem feridas, se estruturam no recomeço. E ficam impressas, violentas e definitivas.
Minhas palavras acarinham, buscam a melhor parte, acham a esperança. E fazem rodopios alegres, infantis e eternos.
Deixo que sintam que as quero, que as desejo dessa forma inusitada de gostar. Deixo que acariciem meu peito, que beijem minha alma, que revelem minha mente.
Minhas palavras voltaram e trouxeram com elas o emergir da imensa solidão. Afinal, ninguém consegue ser totalmente só, se tem a companhia de suas próprias palavras. Que sejam bem vindas as minhas palavras!
Um comentário:
Eu to me enrolando todo para comentar...kkkkk... novidade eu me enrolar né?
Adorei esse post nezzzz...
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