
Hoje vou começar postando pra vocês um lindo poema de Gustavo Sinder, ou mais carinhosamente Gus, ou mais carinhosamente ainda, meu poeta menino meu menino poeta.
Ele já me enviou tantos poemas, sempre tão belos, sempre tão tocantes. Ás vezes penso, que quando ele está quietinho o dia todo no msn, a cabeça está colhendo aqui e ali; em conversas, no trabalho, nas várias passagens pelo orkut a fonte da sua inspiração.
Seja como for, nesse poema, quase um auto-retrato, fica uma pequena amostra do talento desse brilhante menino. Vamos lá Gus...caminhar na estrada:
Poeta...
O poeta, se triste
Simplesmente soluça em versos
O poeta, se feliz
Desesperadamente sorri em prosa
E assim desvia da vida
Saindo tão só, sem melancolia
Nesses dias que tão frígidos
Escapando nos versos de um bardo
Se soubessem das dores do poeta
A natureza seria sempre bonita
A lua seria sempre cheia
E as lágrimas seriam sempre derramadas
Mas no papel em formas de sonetos
Em linhas bem traçadas.
O poeta rabisca e dá colorido à vida
Enforca os aforismos
Na ponta da pena que utiliza
Arranja a lua pra nascer no dia
E arruma a noite pra brilhar o sol
Esses sujeitos da boemia
Que brincam com a paciência e com a agonia
Dizem coisas simples com punhaladas de sentimentos
Fazendo dos apelos, enredos.
Fazendo das lágrimas, amores.
Assim somos nós
Poetas das cores
Assim somos nós,
Poeta...
O poeta, se triste
Simplesmente soluça em versos
O poeta, se feliz
Desesperadamente sorri em prosa
E assim desvia da vida
Saindo tão só, sem melancolia
Nesses dias que tão frígidos
Escapando nos versos de um bardo
Se soubessem das dores do poeta
A natureza seria sempre bonita
A lua seria sempre cheia
E as lágrimas seriam sempre derramadas
Mas no papel em formas de sonetos
Em linhas bem traçadas.
O poeta rabisca e dá colorido à vida
Enforca os aforismos
Na ponta da pena que utiliza
Arranja a lua pra nascer no dia
E arruma a noite pra brilhar o sol
Esses sujeitos da boemia
Que brincam com a paciência e com a agonia
Dizem coisas simples com punhaladas de sentimentos
Fazendo dos apelos, enredos.
Fazendo das lágrimas, amores.
Assim somos nós
Poetas das cores
Assim somos nós,
Poetas amadores.
Gustavo Sinder
Gustavo Sinder
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