Quando tinha 16, escrevia o nome dele nas folhas do seu diário, completava páginas e páginas só com aquele nome.Quando tinha 26, escrevia o nome dele dentro dos pensamentos, em um segredo bem guardado.Quando tinha 56, desenhava o nome dele na fantasia do momento do prazer, acompanhado ou solitárioQuando fez 66, desenhou o nome dele no seu peito arfante, embaixo dos lençóis que cobriam os dois na cama desarrumada
23/04/2024

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