
Penso que estou ficando imune a dor. Sinto um vazio tão grande. Um vazio de emoções, vazio de sentimento, um imenso e inatingível vazio.
Passeio nas tuas aventuras e penetro nas tuas entranhas...não me encontro. Aprofunda-se a distância do que fui, do que tive.
Uma imensa solidão, sem lágrimas, sem dúvidas, somente o vazio.
Pergunto-me se o resgate do carinho, da imensidão de amizade ainda será possível.
Passeio nas tuas aventuras e penetro nas tuas entranhas...não me encontro. Aprofunda-se a distância do que fui, do que tive.
Uma imensa solidão, sem lágrimas, sem dúvidas, somente o vazio.
Pergunto-me se o resgate do carinho, da imensidão de amizade ainda será possível.
Olho para dentro de mim e reconheço o amor ali imóvel, sem revolta, sem raiva, apenas sobrevivendo. Sem alimento, sem alegria, apenas resistindo. Talvez por ser verdadeiro, talvez por ser maior que eu mesma, talvez por ser tão forte...
Temo que o tempo não ajude a minimizar as lembranças, a saudade, mas que me torne cada vez mais imune a tudo que vem de você, sem querer, sem propósito. A frieza do tempo interior, a indiferença de alma, o vazio.
Hoje, sem querer, encontrei algo que me mostrou tão claramente a inutilidade de tudo que sinto, de tudo que eu queria acreditar que um dia com meu amor modifiquei.
E vejo-me tão perdida nas breves tentativas de mudar a história, de voltar a vida, de ter alguma alternativa.
Penso que estou ficando imune a dor porque não me sinto capaz nem mesmo de enfrentá-la de frente como sempre fiz e o pior é que não permito que quase ninguém veja esse meu pequeno mundo verdadeiro e particular.
Temo que o tempo não ajude a minimizar as lembranças, a saudade, mas que me torne cada vez mais imune a tudo que vem de você, sem querer, sem propósito. A frieza do tempo interior, a indiferença de alma, o vazio.
Hoje, sem querer, encontrei algo que me mostrou tão claramente a inutilidade de tudo que sinto, de tudo que eu queria acreditar que um dia com meu amor modifiquei.
E vejo-me tão perdida nas breves tentativas de mudar a história, de voltar a vida, de ter alguma alternativa.
Penso que estou ficando imune a dor porque não me sinto capaz nem mesmo de enfrentá-la de frente como sempre fiz e o pior é que não permito que quase ninguém veja esse meu pequeno mundo verdadeiro e particular.
Só eu e meu teclado me conhecem assim tão nua, tão frágil, tão desorientada, como se esse meu dom de escrever o que se passa na minha alma me levassem pra longe de tudo que me faz adoecer de solidão.
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